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Tradição e produção literária integram a oficina cultural "Estudo sobre Cordel"

Classificação Indicativa: 18 anos.

Imagem de Arquivo

Apresentação
 

“Estudo sobre Cordel” tem por objetivo resgatar e apresentar ao participante os principais conceitos teóricos que formam esse gênero literário – reconhecendo sua importância enquanto patrimônio histórico e cultural brasileiro –, bem como introduzi-lo às técnicas de produção e edição de folhetins.

Também tem por intuito utilizar o cordel como recurso pedagógico para debater temas de relevância social, como os relacionados à Educação, Cidadania e Cultura, além de estimular a leitura deste importante gênero literário comumente desconhecido e/ou ignorado pela maioria das unidades de ensino.

Por meio desta atividade cultura pretende-se – a partir de objetivos específicos – estimular o participante a investigar e principalmente compreender (capacidades de análise e investigação das propriedades de diferentes línguas / linguagens e gêneros de textos em uso) a tradicional Literatura de Cordel.

Cordel | Definição Básica.

O Cordel é um gênero literário popular usualmente escrito com rimas – que têm origem em relatos orais –, que formam poemas com estrofes formadas por dez, oito ou seis versos. Os autores os recitam de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados por instrumentos musicais, além de fazerem as leituras ou declamações muito empolgadas e animadas a fim de conquistar possíveis compradores. Os textos são impressos em folhetins que, posteriormente, são pendurados em cordas ou cordéis (o que acabou dando origem ao nome).


Os portugueses foram os responsáveis por introduzirem o Cordel no Brasil, estilo que, em sua fase inicial, adaptou-se à cultura nordestina a partir da segunda metade do século XIX. Nesta época, os temas incluíam fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos etc. Os cordéis eram produzidos em folhas dobradas em quatro, sendo que muitas vezes o papel era de má qualidade; as obras tanto podiam ser autos e farsas, historietas para ser contadas e cantadas, ou também contos de fundo fantástico, histórico ou moralizante, originais ou estrangeiros, de autores anônimos ou de grandes nomes literários.

 

No Brasil, a Literatura de Cordel é produção típica do Nordeste, em especial nos Estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará (geralmente é vendida em mercados e feiras pelos próprios autores, mas hoje também está presente em outros Estados, como Minas Gerais e São Paulo).

Cordel | Programa Completo.

“Estudo sobre Cordel” foi elaborada com base no desenvolvimento de sequencias didáticas que propiciariam a identificação dos elementos da cultura popular e da tradição relacionada à construção de memória coletiva; e do reconhecimento da Literatura de Cordel como narrativa com padrões formais fixos e temáticas variadas. Estas sequências didáticas estão fundamentadas na pesquisa qualitativa executada a partir do conhecimento prévio do próprio participante – essencial para a elaboração dos poemas – e das técnicas de produção apresentadas pelo coordenador da atividade cultural.


A oficina cultural possui seis horas de duração, divididas em duas partes, preferencialmente num fim de semana, composta por: Gêneros Literários; Desenvolvimento Literário Brasileiro; Introdução à Literatura de Cordel; Escrita de Cordel e Produção de Cordel. Destina-se preferencialmente aos interessados a partir de 18 anos de idade.

Cordel | Coordenação.

Renato Junque

Anselmo Dequero apresenta aos participantes a teoria básica sobre o tema e instiga a prática de elaboração e de confecção da literatura de cordel durante a atividade cultural do Polo.

Anselmo Dequero é graduado pelo Programa Especial em Língua Portuguesa do Claretiano Centro Universitário e em Comunicação Social (habilitação em Jornalismo) pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP); e pós-graduado em Política e Relações Internacionais pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Entre suas diversas atividades profissionais, já atuou como repórter, editor e coordenador de Jornalismo da Rádio Bandeirantes AM, em Campinas/SP, e do Sistema Globo de Rádio (Rádio Globo e CBN), em São Paulo/SP. Também foi editor de “País” do Jornal Tribuna, de Connecticut/EUA, além de assessor de imprensa da Polícia Militar e da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Também é pós-graduado em Artes pela Unicamp e Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), de Campinas/SP. Na rede pública estadual de ensino, atuou como professor de Artes e Língua Portuguesa, período que antecedeu sua participação como coordenador da Oficina Cultural de Araçatuba/SP.

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Conheça a palestra sobre "A Conquista da Cidadania LGBTI"

A palestra tem por objetivo principal introduzir aos participantes as conquistas obtidas pela comunidade LGBTI, bem como contribuir para o processo de análise, compreensão e do consequente desenvolvimento de padrões de atendimento às lésbicas, aos gays, às/aos bissexuais, às/aos travestis, às/aos transexuais e às/aos intersexuais (com destaque às posturas adotadas entre os diferentes públicos e às condutas que consideram as especificações entre os membros que integram a diversidade sexual). Clique aqui!

A Contação de Histórias como atividade de formação

“A Arte de Encantar”, oficina cultural realizada pelo ator e teatrólogo Roberto Isler, do Polo (Polo Artístico-Cultural), tem por intuito apresentar aos participantes toda base teórica da formação inicial aos contadores de histórias, bem como o desenvolvimento prático da atividade a partir de técnicas especializadas. Clique aqui!

Informações.

Anselmo Dequero
anselmo@poloac.com.br

11.94520 4634 (São Paulo)

19.99334 8624 (Campinas)

Para ter acesso ao press release, clique aqui.